A PUC-SP planeja para o próximo final de semana a VIII Jornada de literatura “Os Sertões de Euclides da Cunha”.
Entre os convidados e palestrantes estão o prof. Dr. Erson Martins de Oliveira, o prof. Dr. Francinco Foot Hardman e a profa. Dra. Edilene Matos. A jornada tem organização e mediações das professoras doutoras Maria Rosa Duarte de Oliveira, Vera Bastazin e Maria Aparecida Junqueira.
Maiores informações e programa da Jornada em http://cogeae.pucsp.br/curso.php?cod=253609&uni=SP&tip=RE&le=O&ID=6 .
A Jornada é uma atividade de complementação dos estudos literários do curso de Especialização em Literatura e do Programa de Pós-Graduação em Literatura e Crítica Literária da PUC-SP de que faço parte. Esse estudo faz parte das comemorações do centenário da morte de Euclides da Cunha (1866-1909). A jornada será composta por conferências e mesas redondas de especialistas convidados, que possam mostrar a repercussão dessa obra em nossa literatura e cultura. Haverá espaço para debates e conversa com os especialistas após cada palestra.
Se gosta de literatura e acha a obra de Euclides da Cunha difícil, mas muito interessante ou instigante, venha à Jornada; a naturalidade, profundidade e amor com que o prof. Erson fala da obra nos deixa cada vez com mais vontade de penetrar na leitura d’Os Sertões. Uma leitura que modifica seu modo de ver a literatura, o Brasil e o fazer literário.
A riqueza vocabular d’Os Sertões nos prende como cipós em uma entrada de mata, só um facão pode nos ajudar. Embora a leitura e a escritura seja direta, o leitor se vê preso à obra, ao mar desconhecido de palavras de seu texto. Indico a edição comemorativa editada pela Ateliê Editorial, material totalmente organizado (prefácio, notas, edição, cronologia e índices) por Leopoldo M. Bernucci com prefácio imperdível e que orienta a leitura, excelente acabamento e com mais de 3000 notas de rodapé (muito bem tratadas e de extrema importância na leitura).
O cinesesc já iniciou os preparativos para a trigésima terceira edição da mostra internacional de cinema de São Paulo, que terá estréias imperdíveis e alguns filmes dos quais já ouvi falar e prometo postar depois, mas antes disso devo lembrar a programação pré-mostra com o esquenta para a mostra.
Nos idos de 1895 no Boulevard des Capucines, no centro de Paris, havia uma enorme fila que se estendia por centenas de metros, todos os que por lá passaram não puderam deixar de notá-la. Essas pessoas deviam imaginar o porquê de homens, mulheres e crianças estarem ali, protegidas do rigoroso inverno por pesados casacos a espera de sua vez de entrar em uma pequena sala do subsolo do Grand Café, faustosamente batizado de Salão Indiano.
Acho muito estranho uma frase que contenha algo como “… em agosto celebra-se o centenário morte de …”
Após ter feito parte da seleção oficial de Cannes de 2008 e de ter sua primeira exibição no dia de abertura desse Festival, finalmente terá pré-estréia no próximo final de semana e estréia na segunda semana de junho o primeiro longa do paulista Matheus Nachtergaele: A festa da menina morta
No início dessa semana comemorou-se o dia do índio e com isso os principais meios de comunicação e de divulgação de cultura, se é que cultura se divulga, tiveram em suas pautas assuntos relacionados à cultura e ao modo de vida indígena. Destes um dos que mais me chamou atenção, não por ser a mais interessante, melhor ou mais apropriada matéria a respeito, mas por conter a mais “perigosa” definição, foi o título e a matéria de capa da revista da cultura distribuída gratuitamente nas lojas da Livraria Cultura.
Em 2007 e 2008 fiz alguns cursos sobre a arte de contar histórias no SESC e no Galpão das Meninas do Conto. Participei de todos os módulos de formação do contador de histórias das Meninas do Conto. No módulo final do curso, uma das meninas me perguntou qual era o tipo de história eu mais gostava de contar e eu respondi: “Adoro histórias de era uma vez…, mesmo se a história, originalmente, não começa assim eu adapto seu início e começo desse jeito.”
Rumba foi dirigido pelo belga Dominique Abel, pela canadense Fiona Gordon e pelo francês Bruno Romy, Os protagonistas Dom (Dominique Abel) e Fiona (Fiona Gordon) são casados na vida real e dividem o roteiro com Bruno Romy (que tem participação menor no longa), parece ser uma característica do trio preparar o roteiro, dirigir e estrelar seus filmes, pois foi assim em O iceberg e em seus dois filmes anteriores.