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		<title>Novo Mutarelli: Nada me faltará</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 02:06:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sgambatti.files.wordpress.com/2010/11/12962_g3.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-342" title="12962_g" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2010/11/12962_g3.jpg?w=150&#038;h=230" alt="" width="150" height="230" /></a>Lourenço Mutarelli, autor do recém lançado <em>Nada me faltará</em>, pela Companhia das Letras é um caso raro no panorama das artes brasileira. No mercado editorial dos anos 80, ele era uma espécie de peixe fora d&#8217;água. Seu trabalho corria paralelo ao do mercado nacional que tinha como maiores expoentes Angeli, Glauco e Laerte. Publicou seu primeiro <em>zine</em> em 1988, na sequência fez algumas participações em revistas como a <em>Animal</em> e trabalhou nos estúdios Maurício de Souza. Em 1991, publica seu primeiro álbum em quadrinhos, o que era um grande feito para um desenhista pouco conhecido. Em <em>Transusbstanciação</em>, Mutarelli enche páginas de personagens e situações expressionistas ao extremo, com um visual excessivo e roteiros cheios de angústia onde já se pode identificar um senso de humor estranho. No final dessa fase ficaria mais conhecido pelas HQs da personagem Diógenes, em uma trilogia de quatro partes (!).</p>
<p>Decidiu, então, parar de fazer quadrinhos e, assim, avança a passos largos pela literatura, teatro e cinema. Em defesa de uma arte mais imaginativa e instigante, uma expressão mais nova, segundo o próprio Mutarelli, ele abandona um território onde estava estabelecido e já de início faz sucesso; seu romance de estréia <em>O Cheiro do Ralo</em>, de 2002, foi adaptado, com roteiro de Marçal Aquino e direção de Heitor Dhalia, com sucesso para o cinema em 2006.</p>
<p>Na sequência, escreve <em>Natimorto</em> (2004), <em>A caixa de Areia</em> (2007), <em>A arte de produzir efeito sem causa </em>(2008), <em>Miguel e os demônios</em> (2009) e o mais recente <em>Nada me faltará</em> (2010). Mestre dos diálogos enxutos e desconcertantes, Mutarelli se utiliza de sua experiência como quadrinista para produzir narrativas ao mesmo tempo próximas e distantes da arte sequencial. Sua capacidade de criar imagens com textos curtos e objetivos é impressionante. Dono de um texto rico, intenso, denso e ao mesmo tempo leve o valor estético de sua obra é capaz de impressionar mesmo aos menos atentos e o rapto que ele faz do leitor o coloca em outro patamar. Um dos mais expressivos, mas nem tão novo, expoente da literatura nacional.</p>
<p>Ao ler <em>Nada me faltará</em> entramos em contato com uma experiência artística que une a literatura e a arte sequencial. Sem nenhuma imagem o que aproxima seu mais recente romance da arte sequencial são os diálogos.</p>
<p>Outra experiência minimalista de Mutarelli; em <em>A arte de produzir efeito sem causa</em> já havia inovado o modo narrativo interseccionando narrador e personagem ao construir um objeto artístico em forma de livro que une a arte narrativa a sua impressionante capacidade de produzir imagens através de figuras não diretamente identificáveis, mas que nada ficam a dever às artes plásticas. Ao interseccionar essas manifestações artísticas Mutarelli se coloca definitivamente em patamar acima daqueles em que estão alguns dos maiores nomes da literatura nacional e abre espaço em território nem sempre acolhedor.</p>
<p><em>Nada me faltará</em> não nos oferece nenhum desenho, nenhuma figura além das que encontramos nas quatro capas, tudo deve ser criado na imaginação do leitor. A história nos é oferecida <em>apenas</em> por diálogos. Apenas diálogos contam a história de Paulo que reaparece depois de estar, junto com a mulher e a filha, sumido por um ano.</p>
<p>Paulo reaparece sozinho e tentamos desvendar sua história [o mais interessante seria denvendá-lo] através dos diálogos que o cercam ou de que participa. Não há nenhuma intervenção narrativa além de diálogos. E diferente do que ocorre em <em>Werther</em>, de Goethe, não conhecemos a história pelos olhos da alma da personagem, mas por olhos sempre externos à personagem, e consequentemente à sua alma, ou àquele que julgamos ser a personagem desse interessantíssimo romance de Mutarelli.</p>
<br />Filed under: <a href='http://sgambatti.wordpress.com/category/cultura/'>Cultura</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/category/literatura/'>Literatura</a> Tagged: <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/a-arte-de-produzir-efeito-sem-causa/'>A arte de produzir efeito sem causa</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/a-caixa-de-areia/'>A caixa de Areia</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/angeli/'>Angeli</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/companhia-das-letras/'>Companhia das Letras</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/diogenes/'>Diógenes</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/glauco/'>Glauco</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/goethe/'>Goethe</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/heitor-dhalia/'>Heitor Dhalia</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/laerte/'>laerte</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/lourenco-mutarelli/'>Lourenço Mutarelli</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/marcal-aquino/'>Marçal Aquino</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/mauricio-de-souza/'>Maurício de Souza</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/miguel-e-os-demonios/'>Miguel e os Demônios</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/nada-me-faltara/'>Nada me faltará</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/o-cheiro-do-ralo/'>O Cheiro do ralo</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/transubstanciacao/'>Transubstanciação</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/werther/'>Werther</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/zine/'>zine</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/334/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/334/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/334/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/334/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/334/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/334/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/334/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=334&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O Inominável de Beckett</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 03:48:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Preciso dizer algo. Nesse semestre em uma disciplina chamada Teoria do romance em que tive a grata surpresa de conhecer Noemi Jaffe, uma intensa e brilhante professora, com quem tem sido ótimo conversar e discutir, estudamos Kafka e Beckett. No final de uma de nossas aulas disse a Noemi que ao ler O inominável eu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=322&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sgambatti.files.wordpress.com/2010/06/beckett.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-323" title="beckett" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2010/06/beckett.jpg?w=197&#038;h=300" alt="" width="197" height="300" /></a>Preciso dizer algo.</p>
<p>Nesse semestre em uma disciplina chamada Teoria do romance em que tive a grata surpresa de conhecer Noemi Jaffe, uma intensa e brilhante professora, com quem tem sido ótimo conversar e discutir, estudamos Kafka e Beckett. No final de uma de nossas aulas disse a Noemi que ao ler <strong>O inominável</strong> eu conseguia perceber mais que uma impossibilidade. É verdade que o livro e a narrativa está repleta de impossibilidades, de não-caminhos, mas ao experimenta-lo percebia algo além disso, além da falta de perspectiva. Algo além da desesperança. Lá sentia uma espécie de início, não apenas o final. A falta de palavras. A falta de ter para onde ir. A falta de ter o que contar. A falta de perspectiva. A falta da capacidade de nomear o que quer que seja. No texto de Beckett havia, a meu ver, uma espécie de recomeço. Algo que fixava na história um ponto final, mas que também fixava nessa mesma história um ponto inicial. Um recomeço, uma nova &#8220;esperança&#8221;.</p>
<p>Falei, com a Noemi, como no parágrafo anterior, com muita sensação e pouca expressão ou precisão. Então ela, que sempre me escutou com atenção (aliás obrigado, muito obrigado), fez suas sempre precisas e interessantes considerações a respeito do que eu falara e finalmente me perguntou: <em>&#8220;Onde, Milton? Onde você vê isso? Tem algum lugar específico? Entendo o que você está dizendo, mas faz uma coisa? Procura algum lugar específico no ou do texto que te traga essa sensação e traz a próxima aula, pode ser?&#8221;</em> Eu com cara de quem se deu mal disse: <em>&#8220;É mais uma sensação, mas vou terminar de ler e voltamos a falar sobre isso, ok?&#8221;</em></p>
<p>Nessa semana teremos nossa última aula e não encontrei exatamente o que quero. Não sei se voltaremos ao assunto. Ela já fez uma tentativa de retomá-lo, mas não aconteceu. Não sei se há necessidade de o retomarmos, mas preciso registrar essa sensação &#8211; que continua. Li com calma, com pressa, anotando, voltando, na rua, em casa, no café, no parque e em todos os lugares a sensação de recomeço, não sei se de esperança propriamente dita, mas de início e não apenas de final continua em mim.</p>
<p>Dentre os vários trechos que me chamaram atenção está:</p>
<p><em><strong>&#8220;talvez já tenham me levado até o limiar da minha história, isso me surpreenderia, se ela se abrir, vai ser eu, vai ser o silêncio, ali onde estou, não sei, não saberei nunca, no silêncio não se sabe, é preciso continuar, não posso continuar, vou continuar.&#8221;</strong></em></p>
<p>Que silêncio é esse proposto em O Inominável? Essa talvez seja uma das principais perguntas a ser feita ao texto, Maurice Blanchot, pergunta quem é esse &#8220;eu&#8221; que fala em O Inominável. Interessante pergunta. Já pudemos discutir sobre ela, mas o &#8220;silêncio&#8221; ou o &#8220;não-silêncio&#8221; de Beckett me instiga mais intensamente.</p>
<p>Acho que é nesse silêncio que ele busca seu verdadeiro idioma. O verdadeiro idioma de Beckett é o silêncio. Um silêncio que não sangra. Um silêncio que fermenta as palavras. Um silêncio onde ele possa calar em sua língua. Aquela só sua. A que ele reserva a <span style="text-decoration:underline;">seus</span> sonhos.</p>
<p>Desculpem-me pelo post confuso ou estranho, mas com ele tento calar em português. Minha língua.</p>
<br />Filed under: <a href='http://sgambatti.wordpress.com/category/literatura/'>Literatura</a> Tagged: <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/noemi-jaffe/'>Noemi Jaffe</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/o-inominavel/'>O inominável</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/puc/'>PUC</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/samuel-beckett/'>Samuel Beckett</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/322/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/322/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/322/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/322/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/322/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/322/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/322/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/322/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/322/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/322/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/322/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/322/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/322/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/322/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=322&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A arte de produzir efeito sem causa de Lourenço Mutarelli</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 02:42:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sgambatti.files.wordpress.com/2010/06/lourenco_mutarelli_15092008_02.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-316" title="lourenco_mutarelli_15092008_02" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2010/06/lourenco_mutarelli_15092008_02.jpg?w=229&#038;h=300" alt="" width="229" height="300" /></a>O conhecia dos quadrinhos. Gostava, mas não era fã. Li<strong> O c</strong><strong>heiro do ralo</strong> antes de ver o filme. Gostei bem mais que dos quadrinhos, embora pudesse &#8220;ver&#8221; cada um dos quadrinhos nos diálogos do livro preferia poder imaginar as imagens eu mesmo a ter o filtro do Lourenço pronto. Verdade que seu filtro é bem interessante, mas a literatura sempre me chamou mais atenção que a arte sequencial.</p>
<p>Nessa semana participei de um encontro promovido pela PUC-SP entre o escritor Marçal Aquino do interessante <strong>Eu receberia as piores notícias de seus lindos lábios</strong> e roteirista de <strong>O Cheiro do ralo</strong> e Elisabete Alfeld especialista em roteiro e estudiosa da arte narrativa &#8211; tanto literária quanto cinematográfica &#8211; e fiquei curiosíssimo sobre o novo livro do Mutarelli. Afinal de contas uma indicação do Marçal não deveria ser desprezada.</p>
<p>Sai da PUC passei na Cultura e comprei o livro, ele e outros dois, um do Cristovão Tezza e outro do Bernardo Carvalho. Tenho algumas sensações com a literatura contemporânea que preciso tirar a limpo e para ter uma opinião mais sólida tenho me dedicado especialmente a esses escritores. Comecei por a <strong>Arte de produzir efeito sem causa</strong> do Lourenço Mutarelli. Li em dois dias. Incrível. Confesso que o teria achado sencacional se no final não houvesse referência a uma possível doença do personagem principal, mas ainda assim o livro é incrível.</p>
<p>O que mais me chamou atenção nesse romance foi a forma como ele é narrado.</p>
<p>A maneira como Mutarelli é capaz de com poucas palavras imprimir imagens a seu texto e construir personagens complexos é realmente digna de um de nossos mais expressivos escritores contemporâneos.</p>
<p>Voltando ao que me chamou atenção nesse romance, preciso dizer que poucas vezes vi um narrador como o de <strong>A arte de produzir efeitos sem causa</strong>. Ele inaugura um novo tipo de narrador, algo após o narrador pós-moderno de Silviano Santiago.</p>
<p>Como narrar em terceira pessoa estando dentro do personagem? É a essa pergunta que Mutarelli responde, ou melhor, é essa questão que ele desenvolve em seu quarto romance, que segundo dizem é o primeiro narrado em terceira pessoa; particularmente não acho que ele o tenha narrado dessa forma. O que há nesse romance é uma nova forma de narrar. Uma narrativa em <em>&#8220;terceira pessoa&#8221;</em> de um narrador que se encontra o tempo todo <em>&#8220;dentro&#8221;</em> da personagem. É como se ambos estivessem em um mesmo lado do espelho e só pudessem ver seus reflexos olhando um para o outro.</p>
<p>Incrível, como se dá a construção do texto e de um personagem  que vive para pagar as contas e que, ao se livrar das contas que tinha para pagar, ainda continua imerso nessa vida sem sentido.</p>
<p>A pergunta que ele se faz é a mesma que Beckett: como nomear as coisas depois de tudo isso? Mesmo que <em>tudo isso</em> não tenha sido nada aos olhos da maioria.</p>
<p>Os interessados podem visitar o site <a href="http://www.mutarelli.com.br/mutarelli/">http://www.mutarelli.com.br</a> e descobrir um pouco mais desse, nem tão novo, nome da literatura nacional.</p>
<br />Filed under: <a href='http://sgambatti.wordpress.com/category/literatura/'>Literatura</a> Tagged: <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/a-arte-de-produzir-efeito-sem-causa/'>A arte de produzir efeito sem causa</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/beckett/'>Beckett</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/bernardo-carvalho/'>Bernardo Carvalho</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/cristovao-tezza/'>Cristovão Tezza</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/elisabete-alfeld/'>Elisabete Alfeld</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/eu-receberia-as-piores-noticias-de-seus-lindos-labios/'>Eu receberia as piores notícias de seus lindos lábios</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/livraria-cultura/'>livraria cultura</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/lourenco-mutarelli/'>Lourenço Mutarelli</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/marcal-aquino/'>Marçal Aquino</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/narrador/'>narrador</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/narrador-pos-moderno/'>narrador pós-moderno</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/o-cheiro-do-ralo/'>O Cheiro do ralo</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/puc/'>PUC</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/quadrinhos/'>quadrinhos</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/silviano-santiago/'>Silviano Santiago</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/315/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/315/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/315/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/315/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/315/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/315/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/315/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=315&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Eucanaã Ferraz e uma poética desconhecida</title>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 05:05:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Antonio Cícero]]></category>
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		<description><![CDATA[Chamo essa poética de desconhecida, pois ainda não a conhecia. Incrível como algumas vezes me coloco no centro do Universo; normalmente sou mais altruísta, mas depois de ouvir o Eucanaã recitar seus poemas em uma mesa de debate em que também estava o Antonio Cícero me permiti pensar só no meu prazer e depois pensar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=308&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sgambatti.files.wordpress.com/2010/05/eucanaa.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-311" title="eucanaã" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2010/05/eucanaa.jpg?w=297&#038;h=224" alt="" width="297" height="224" /></a>Chamo essa poética de desconhecida, pois ainda não a conhecia. Incrível como algumas vezes me coloco no centro do Universo; normalmente sou mais altruísta, mas depois de ouvir o Eucanaã recitar seus poemas em uma mesa de debate em que também estava o Antonio Cícero me permiti pensar só no meu prazer e depois pensar nos outros.</p>
<p>Nesta semana a PUC-SP e a UAb &#8211; Universidade Aberta de Lisboa &#8211; organizaram o III Simpósio de Literatura e Crítica Literária &#8211; Poesia Contemporânea &#8211; Travessias Poéticas Brasil &amp; Portugal. Em uma das mesas de debates estavam os poetas Eucanaã Ferraz e Antonio Cícero. Ainda não conhecia o Eucanaã, pelo menos não da maneira como o vi-conheci.</p>
<p>Vê-lo recitar seus poemas já teria valido o Simpósio, que delícia ouvir um cara como ele&#8230;</p>
<p>Saí de lá parei na Livraria Cultura e comprei um de seus livros o único que tinha na livraria, mas encomendei outros, cheguei em casa tarde, exausto e no dia seguinte teria mais do Simpósio e ainda teria aulas à tarde, mas não consegui dormir sem ter lido o livro, li no caminho, em casa, no sofá e fui pra cama com ele, acordei com alguns poemas na cabeça e com o livro na mão. Dormi abraçado com ele e percebi que me apaixonei por um novo poeta&#8230;</p>
<p>Liguei prum amigo e disse: Estou apaixonado! E ele: Mas, Milton me diz uma coisa, pelo amor de Deus, ela não é casada, né? Me matei de rir e disse, putz cara, na verdade, não sei, mas isso não importa.</p>
<p>Para terminar esse post deixo um poema do Eucanaã de um de seus livros, livros que agora ocupam minha cabeceira:</p>
<p><strong><em>A palma da tua mão não tem segredo&#8230;</em></strong></p>
<p><em>A palma da tua<br />
mão não tem segredo<br />
algum. Letra em tua mão<br />
é de nome nenhum.<br />
Não há mistério nem mensagem<br />
no lenho aleatório.</em></p>
<p><em>Tua mão tem destino noutras palmas.<br />
Confidência, piedade, ira. Deixa que,<br />
aberta, distribua-se ao ponto – à perfeição –<br />
de não ser mais tua mão: pátio,<br />
pouso necessário de quem jamais te viu.</em></p>
<p>Por favor, deliciem-se com esse maravilhoso poeta. Conheçam-no, ao menos através de seu site: <a href="http://eucanaaferraz.com.br">http://eucanaaferraz.com.br</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://sgambatti.wordpress.com/category/cultura/'>Cultura</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/category/literatura/'>Literatura</a> Tagged: <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/antonio-cicero/'>Antonio Cícero</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/eucanaa-ferraz/'>Eucanaã Ferraz</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/poema/'>poema</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/poesia/'>poesia</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/puc/'>PUC</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/uab/'>UAb</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/308/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/308/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/308/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/308/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/308/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/308/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/308/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/308/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/308/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/308/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/308/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/308/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/308/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/308/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=308&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A poesia de Mario Alex Rosa</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 00:15:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Semana passada tive minha aula inaugural do curso de mestrado em literatura e crítica literária na PUC. O tema era: a literatura e a crítica. Muito se falou sobre poesia, o papel da crítica e da palavra poética. Cida Junqueira, Maria Rosa Duarte e Noemi, como era de se esperar, foram brilhantes. Lemos Marcelino Freire, Carlito [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=304&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sgambatti.files.wordpress.com/2010/02/ao-lado-da-tarde.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-305" title="ao lado da tarde" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2010/02/ao-lado-da-tarde.jpg?w=300&#038;h=184" alt="" width="300" height="184" /></a>Semana passada tive minha aula inaugural do curso de mestrado em literatura e crítica literária na PUC. O tema era: a literatura e a crítica. Muito se falou sobre poesia, o papel da crítica e da palavra poética. Cida Junqueira, Maria Rosa Duarte e Noemi, como era de se esperar, foram brilhantes.</p>
<p>Lemos Marcelino Freire, Carlito Azevedo, Ana Luiza Amaral, Manoel de Barros e Manuel Bandeira. Falar sobre o quão interessante é ouvir a Maria Rosa falar sobre vocalidade e performance como ação corporal seria no mínimo pretencioso. Jamais conseguiria dar a vocês a impressão do que ela é capaz de perceber em textos poéticos.</p>
<p>Como disse Noemi, que conheci nesse dia, a poesia nos oferece uma leitura inaugural do mundo. E foi assim que fui para casa na semana passada: pensando e sentindo um pouco disso. Mais preparado que antes da aula acabei por ficar mais &#8220;atento&#8221; ao que estava a minha volta e hoje fui tocado por um poema do mineiro Mario Alex Rosa. Não vou falar sobre esse poema nem tentar fazer nenhum estudo ou análise, mas queria registrá-lo para que ele possa ser divulgado por mais esse meio.</p>
<p>A propósito Mario Alex Rosa tem poemas publicados nas revistas Dimensão, Inimigo Rumor, Cacto, Teresa e no Suplemento Literário de Minas. Participa da antologia <strong>O achamento de Portugal</strong> e prepara seu primeiro livro de poemas infantis.</p>
<p>Para não fugir à regra minha intenção era publicar o poema e só, mas acabei me estendendo&#8230; como disse Juliana Loyola: a literatura é um caminho sem volta! rs.</p>
<p><strong>AO LADO DA TARDE<br />
                  (Mario Alex Rosa)</strong></p>
<p>Quando naquela tarde<br />
depois da chuva, ao lado da janela,<br />
olhava o arco-íris, lembrei<br />
que aqui dentro o escuro prevalecia<br />
longamente perto do amor</p>
<p>Daqueles dias recordo<br />
as treze estrelas contadas<br />
e a cada uma dizia:<br />
aquela que cai infinitamente<br />
é para lembrar de nossas alegrias. Mas<br />
se indagar pelas outras respondo:<br />
o amor tem ponto.</p>
<br />Filed under: <a href='http://sgambatti.wordpress.com/category/cultura/'>Cultura</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/category/literatura/'>Literatura</a> Tagged: <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/ana-luiza-amaral/'>Ana Luiza Amaral</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/ao-lado-da-tarde/'>Ao lado da tarde</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/cacto/'>Cacto</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/carlito-azevedo/'>Carlito Azevedo</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/cida-junqueira/'>Cida Junqueira</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/dimensao/'>Dimensão</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/inimigo-rumor/'>Inimigo Rumor</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/juliana-loyola/'>Juliana Loyola</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/manoel-de-barros/'>Manoel de Barros</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/manuel-bandeira/'>Manuel Bandeira</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/marcelino-freire/'>Marcelino Freire</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/maria-rosa-duarte/'>Maria Rosa Duarte</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/mario-alex-rosa/'>Mario Alex Rosa</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/mestrado/'>mestrado</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/noemi/'>Noemi</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/o-achamento-de-portugal/'>O achamento de Portugal</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/performance/'>performance</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/puc/'>PUC</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/suplemento-literario-de-minas/'>Suplemento Literário de Minas</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/teresa/'>Teresa</a>, <a href='http://sgambatti.wordpress.com/tag/vocalidade/'>vocalidade</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/304/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/304/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/304/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/304/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/304/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/304/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/304/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=304&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Retalhos de Craig Thompson</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 07:40:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[autobiografia]]></category>
		<category><![CDATA[Érico Assis]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Siqueira]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitas coisas me chamaram atenção neste livro. As primeiras delas aconteceram antes de iniciar sua leitura. A capa é muito interessante: uma colcha de retalhos cuidadosamente escolhida pelo autor para servir de fundo aos personagens do romance. Explorando um pouco mais, antes de encontrar o índice há a página de abertura do livro, aquela antes [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=299&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sgambatti.files.wordpress.com/2010/01/retalhos-sm.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-300" title="RETALHOS - CAPA.indd" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2010/01/retalhos-sm.jpg?w=208&#038;h=300" alt="" width="208" height="300" /></a>Muitas coisas me chamaram atenção neste livro. As primeiras delas aconteceram antes de iniciar sua leitura. A capa é muito interessante: uma colcha de retalhos cuidadosamente escolhida pelo autor para servir de fundo aos personagens do romance. Explorando um pouco mais, antes de encontrar o índice há a página de abertura do livro, aquela antes da que tem o ISBN e as informações que pegamos para uma possível bibliografia, alguns a chamam de página de rosto, não gosto do termo; o importante aqui é que nela há o nome do autor e o nome do livro que pelo que pude perceber tem subtítulo, pelo menos para catalogação, ele se chama <strong>Retalhos: um romance ilustrado</strong>.</p>
<p>É isso, ele não é um quadrinho para adultos, com violência ou sexo que possa beirar a pornografia. Nele uma história é contada e para isso Craig Thompson se utiliza de tudo o que tem nas mãos e principalmente daquilo que não tem.</p>
<p>A maneira como Thompson descreve, escreve e desenha sua relação com o irmão mais novo é de uma sensibilidade rara. Um romance em quadrinhos que me faria discutir sobre o gênero se ele ja não fosse assim tão discutido e, se me permitem, discutível. Feito para pessoas que tiveram dúvidas na adolescência e na vida em geral, àqueles que não tinham certeza, mas sempre se acharam na obrigação de parecer tê-las.</p>
<p>Muitas vezes vi minha vida, e ainda a vejo, como uma página em branco. Fico louco para deixar minha marca nela. Veja que insano: quero deixar minha marca em minha vida. Uma marca dela nessa página supostamente em branco, ainda que essa marca seja vista só por mim ou que, mesmo se vista pelo outros, seja temporária. Uma vez me perguntaram o porque de estudar tanto, de trabalhar tanto, não sei a resposta exata a essa pergunta, até porque o contexto era outro, mas a sensação de prazer e até de poder que isso me dá ninguém nunca me propiciou.</p>
<p>Craig Thompson faz isso, deixa sua marca, uma marca sua em sua vida. Fenomenal!</p>
<p>São páginas e páginas dedicadas a representar uma única sensação, ao ler <em>Retalhos</em> fiquei, o tempo todo, com a sensação de querer ir rápido, pois queria saber o que aconteceria e ao mesmo tempo preso à página atual explorando cada detalhe das ilustrações e o que elas me contavam. Putz, elas dizem mais que páginas e páginas de alguns romances modernos&#8230; uma delícia de ler, na verdade <em>Retalhos</em> é uma delícia de experimentar.</p>
<p>Me senti como a muito tempo não me sentia ao ler um livro, fiquei triste por ele estar acabando, pensei: Que droga!, e agora o que vou ler?</p>
<p>Um livro para aqueles que acreditam que um romance é feito de retalhos, àqueles que acreditam que a vida é feita de retalhos, àqueles que acreditam que as relações familiares são feitas de retalhos, àqueles que acreditam que suas relações, sejam amorosas ou não, sejam feitas de retalhos, àqueles que acreditam ser feitos de retalhos, e principalmente àqueles que querem participar do que pode ser o novo meio de contar histórias. Leiam!</p>
<p>Craig Thompson com <em>Retalhos</em> venceu três prêmios Harvey, dois Eisner e um da crítica da Associação Francesa de Críticos e Jornalistas de Quadrinhos. É editado no Brasil pela Companhia das Letras &#8211; Quadrinhos na Cia &#8211; e tem tradução de um velho conhecido dos quadrinhos, o jornalista Érico Assis.</p>
<p>Agradecimentos especiais à Carlos Eduardo Siqueira, o Kadu, professor do curso de pós-graduação da PUC em São Paulo, pela indicação. É, também, por momentos como esse, uma indicação totalmente despretenciosa, em comentário disperso, no intervalo de uma aula de poesia brasileira que estar na PUC é realmente valioso.</p>
<p>Não sei se é digno de nota, mas sempre soube, desde o primeiro quadrinho que a história teria tom autobiográfico, mas o Craig do livro é para mim o <em>&#8220;CRÉG&#8221;</em> enquanto o autor é o<em> &#8220;CREIGUI&#8221;</em>.</p>
<p>Uma vez disse em uma aula que uma autobiografia era 50% ficção, pois era a visão do homem sobre ele mesmo e isso não poderia ser classificado como &#8220;relato&#8221; histórico, e os outros 50% também. Quase me mataram. Ô gente ortodoxa. rs.</p>
<br />Publicado emLiteratura Tagged: autobiografia, Érico Assis, Carlos Eduardo Siqueira, Craig Thompson, PUC, quadrinhos, Retalhos, Romance <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/299/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=299&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Deixando o Pago de João da Cunha Vargas</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 04:26:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O nome desse livro de poemas &#8220;Deixando o Pago&#8221; de João da Cunha Vargas me faz lembrar uma história que ouvi do poeta gaúcho Vitor Ramil. Em uma das vezes que o encontrei em São Paulo ele contou que viajava com seus músicos pelo Brasil e em uma de suas apresentações antes de &#8221;cantar&#8221; o poema [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=289&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sgambatti.files.wordpress.com/2010/01/deixando-o-pago.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-290" title="deixando o pago" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2010/01/deixando-o-pago.jpg?w=300&#038;h=200" alt="" width="300" height="200" /></a>O nome desse livro de poemas <strong>&#8220;Deixando o Pago&#8221;</strong> de <em>João da Cunha Vargas</em> me faz lembrar uma história que ouvi do poeta gaúcho Vitor Ramil.</p>
<p>Em uma das vezes que o encontrei em São Paulo ele contou que viajava com seus músicos pelo Brasil e em uma de suas apresentações antes de &#8221;cantar&#8221; o poema <em>Deixando o Pago</em> de João da Cunha Vargas explicou à seus expectadores o porque do título do poema. Pago é, para o natural do Rio Grande do Sul, seu lugar de nascimento, sua região natal, etc.</p>
<p>Depois da apresentação um de seus músicos disse:</p>
<p>- Pô Vitor, pensei que <em>deixando pago</em> fosse &#8216;tipo&#8217; ter deixado o aluguel pago ou algo assim&#8230;</p>
<p>O Vitor se matou de rir e disse que quando canta <em>Deixando o Pago</em> adora explicar o título, pediu desculpas aos que já sabiam ou já conheciam a história, mas disse ainda não conseguir deixar de contá-la.</p>
<p>Há alguns anos consegui um exemplar da única edição do raro livro de poemas <strong>Deixando o Pago: poemas xucros</strong> de João da Cunha Vargas editado pela Habitasul. Uma edição simples, muito cuidadosa e lindamente ilustrada por Glênio Fagundes.</p>
<p>João da Cunha Vargas nasceu em 28/12/1900 e não foi além das primeiras letras, como ele mesmo costumava dizer, não era muito <em>manso de livros</em>. Certamente aprendeu os segredos que nos conta ao ranger dos bastos e no tranco das tropeadas, talvez por isso sua poesia mais que repete o que o povo diz, ela tem uma inscrição pessoal poucas vezes vista.</p>
<p>Um nativista que se aproxima ao extremo das fontes tradicionais da poesia, poesia brotada em estado de pureza, sem contaminações intelectuais, feita para ser lida e declamada. João da Cunha Vargas sabia todos seus versos de cór &#8211; literalmente de coração.</p>
<p>Os poemas desse livro foram ditados pelo poeta a seus familiares ou retirados de fitas gravadas da época em que João da Cunha Vargas ainda interpretava seus poemas, como dizem, recriando-os na palpitação dos seus gestos comandados pela palpitação com que vivia, com seu timbre de voz ímpar, na névoa de seu olhar, na mistura de fogo e de nostalgia&#8230;</p>
<p>O poeta não está mais entre nós e se da morte me afugento a ela me entregarei com esperança de poder ouvir cada um desses versos.</p>
<p><em>(&#8230;)</em></p>
<p><em>E vou levar quando eu for</em></p>
<p><em>No caixão algum trofeu:</em></p>
<p><em>Chilena, adaga, o chapéu,</em></p>
<p><em>Meu tirador e o laço</em></p>
<p><em>E o pala guapo no braço</em></p>
<p><em>Pra gauderiar lá no céu.</em></p>
<p><em>                                           (Gaudério)</em></p>
<p>João da Cunha Vargas e seus versos me perseguem, me ajudam na perseguição que faço. Ele e Vitor Ramil sempre retornam a minha vida e a mim. Nesta semana eles voltaram, não estavam longe, mas voltaram&#8230;</p>
<p>Vamos enfrentar-nos mais uma vez.</p>
<p>O poema <em>Gaudério</em> pode ser lido em <a href="http://letras.terra.com.br/vitor-ramil/200616/">http://letras.terra.com.br/vitor-ramil/200616/</a> e ouvido em <a href="http://www.youtube.com/watch?v=GbNKIh_dPdI">http://www.youtube.com/watch?v=GbNKIh_dPdI</a></p>
<br />Publicado emCultura, Literatura, Música Tagged: Deixando o Pago, Gaudério, Glênio Fagundes, habitasul, João da Cunha Vargas, poeta gaúcho, Rio Grande do Sul, Vitor Ramil <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/289/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/289/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/289/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/289/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/289/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/289/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/289/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=289&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Ervas Daninhas de Alain Resnais</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 23:28:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sgambatti.files.wordpress.com/2010/01/ervas-daninhas1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-285" title="ervas-daninhas1" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2010/01/ervas-daninhas1.jpg?w=225&#038;h=300" alt="" width="225" height="300" /></a>Inspirado no romance <em>L&#8217;Incident</em> de Christian Gailly, <em>Ervas Daninhas</em> do excelente diretor francês Alain Resnais concorreu a Palma de Ouro no Festival de Cannes 2009 onde Resnais recebeu um prêmio especial pela importante e excepcional contribuição à história do cinema.</p>
<p><em>Hiroshima Mon Amour</em> de 1959 e <em>O Ano Passado em Marienbad</em> de 1961 o consagraram como um dos grandes nomes da Nouvelle Vague.</p>
<p>Ainda em plena forma Resnais que também dirigiu <em>Medos Privados em Lugares Públicos</em> em cartaz desde 2007 no HSBC Belas Artes, cria uma história romântica surpreendente e tragicômica a partir de um tema mínimo e insignificante.</p>
<p>Marguerite Muir (Sabine Azéma de <em>Pintar ou Fazer Amor</em> e <em>Beijo na Boca não</em>) tem sua bolsa roubada na saída de uma loja, a propósito o início do filme é expetacular, o ladrão de sua bolsa joga suas coisas fora e sua carteira é encontrada por Georges Palet (André Dussollier de <em>Amores Parisienses</em> e <em>O Fabuloso Destino de Amélie Poulain</em>) que a entrega ao policial Bernard (interpretado pelo excelente Mathieu Amalric de <em>Um Conto de Natal</em> e <em>O Escafandro e a Borboleta</em>, mesmo em participação discreta). A partir daí a história se desenrola com a criatividade de um cineasta de espírito lúdico, sem amarras e tão livre quanto fascinado pelo mistério das paisagens mentais &#8211; suas e de seus expectadores.</p>
<p>Filmes como esse fazem com que eu admire ainda mais o cinema francês. Me sinto em débito por não ter escrito sobre os filmes de Christophe Honoré (<em>Em Paris</em>, <em>Canções de Amor</em>, <em>La Belle June</em> e o recente <em>Não, Minha Filha, Você Não Irá Dançar</em>), de Cédric Klapisch (<em>As Bonecas Russas</em>, <em>Albergue Espanhol</em> e <em>Paris</em>) ou de Philippe Claudel (<em>Há Tanto Tempo Que Te Amo</em>), mas preciso registrar meus mais sinceros agradecimentos aos Espaços que provilegiam uma programação de qualidade como O Espaço Unibanco de Cinema na Rua Augusta, O HSBC Belas Artes na Consolação e o Cine Bom Bril no Conjunto Nacional, o que seria de nós, amantes do bom cinema, sem eles?</p>
<p>Quanto a Ervas Daninhas veja o inusitado &#8220;trailer&#8221; em <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ElZVyThr3xo">http://www.youtube.com/watch?v=ElZVyThr3xo</a> e, não perca! Espere um pouco, antes de dizer: NÃO PERCA, deixe-me contar uma rápida história. </p>
<p>Um dia no HSBC ao comprar ingresso uma das moças da bilheteria me disse:</p>
<p>- Esse filme é um musical!</p>
<p>Fiz uma cara de interrogação e um leve movimento de ombros, como quem não sabe o porquê de tal informação. Claro que eu sabia que era um musical!!!, mas ela me explicou:</p>
<p>- Não, moço, tô falando, pois tem gente que não sabe, não gosta de musical e depois quer o dinheiro de volta.</p>
<p>Olhei pro rapaz que estava rindo ao meu lado e disse sorrindo para a moça da bilheteria:</p>
<p>- Acho melhor você dizer que é um musical <em>francês</em>!</p>
<p>Se aprendi algo nesse dia foi que embora pareça desnecessário, vale a pena dizer:</p>
<p>Vá ver <em>Ervas Daninhas</em>, não perca!!!, mas lembre é um filme de um diretor formado na Nouvelle Vague e <em>francês</em>. rs.</p>
<br />Publicado emCinema Tagged: Alain Resnais, Albergue Espanhol, Amores Parisienses, As Bonecas Russas, Beijo na boca não, Canções de Amor, Cédric Klapisch, Christian Gailly, Christophe Honoré, Cine Bom Bril, Cinema francês, Conjunto Nacional, Em PAris, Ervas Daninhas, Espaço Unibanco de Cinema, Festival de Cannes, Georges Palet, Há Tanto Tempo Que Te Amo, Hiroshima Mon Amour, HSBC, HSBC Belas Artes, L'Incident, La Belle June, Marguerite Muir, Mathieu Amalric, Medos Privados em Lugares Públicos, Não Minha Filha Você Não Irá Dançar, O Ano Passado em Marienbad, O Escafandro e a Borboleta, O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, Paris, Philippe Claudel, Pintar ou Fazer Amor, Sabine Azéma, Um conto de Natal <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/284/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=284&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Literatura em até 140 caracteres (no metrô)</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 18:27:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sgambatti.files.wordpress.com/2009/11/lit-metro.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-281" title="lit metro" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2009/11/lit-metro.jpg?w=300&#038;h=145" alt="" width="300" height="145" /></a></p>
<p>Há alguns meses um grupo de amigos decidido a dar um &#8220;uso decente&#8221; ao twitter preparou microcontos em adesivos e os colou no vagões e estações do metrô de São Paulo.</p>
<p><em>“Entrou, se sentou. Ele não suportava o calor. Mas, com vagar, tentou se erguer pra sair outra vez.”</em> Ao se depararem com a passagem que reflete sua própria condição, usuários do metrô de São Paulo reagem com certa perplexidade. O retrato literário colado na parede do vagão provoca risos, desprezo e, em alguns casos, reflexão. Assim, o trecho atinge ou se aproxima de atingir o objetivo proposto pelo grupo Sem Ruído, que espalhou microcontos em trens e estações do sistema de transporte público da cidade.</p>
<p>O exercício é inspirado na tradicional forma do haikai japonês e na cultura contemporânea da sticker art. É uma forma de fast food literário, as mensagens eram abertas, tinham começo, meio e fim, mas a interpretação e a relação de cada usuário do transporte público com cada uma delas era, naturalmente, pessoal.</p>
<p>É sempre difícil incentivar ou influenciar positivamente o comportamento das pessoas, mas iniciativas como essa deveriam ser mais comuns e não podem deixar de aparecer ou (re)aparecer na cidade. Sinto falta desses microcontos, com eles era mais divertido utilizar o metrô de São Paulo&#8230;</p>
<p>Poucas são as pessoas que pretendem tornar a vida das outras e da cidade melhor. Minha resolução de final de ano, dentre tantas outras, é tornar as pessoas tão felizes quanto eu mesmo gostaria de ser.</p>
<p>Posso fazer tudo errado, mas não ficarei parado. Quem se habilita?</p>
<br />Publicado emCultura, Literatura Tagged: haikai, Literatura, metrô, microcontos, São Paulo, Sem Ruído, twitter <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/280/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/280/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/280/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/280/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/280/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/280/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/280/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=280&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Poesia no metrô</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 09:59:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há pouco mais de um mês os usuários do Metrô de São Paulo podem ler poemas de Camões, Gonçalves Dias, Castro Alves, Olavo Bilac, Alphonsus de Guimarães, Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade e outros. Principalmente nos horários de pico, ganhamos um motivo extra para não correr para garantir um lugar no vagão. Agora é possível, enquanto [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=275&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sgambatti.files.wordpress.com/2009/11/poesia-metro.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-276" title="poesia metro" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2009/11/poesia-metro.jpg?w=225&#038;h=300" alt="" width="225" height="300" /></a>Há pouco mais de um mês os usuários do Metrô de São Paulo podem ler poemas de Camões, Gonçalves Dias, Castro Alves, Olavo Bilac, Alphonsus de Guimarães, Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade e outros. Principalmente nos horários de pico, ganhamos um motivo extra para não correr para garantir um lugar no vagão. Agora é possível, enquanto esperamos pelo próximo trem, deliciar-nos com alguns poemas.</p>
<p>A novidade &#8221;invade&#8221;, inicialmente, os trens e as estações da linha verde e os poemas, em língua portuguesa, foram selecionados pelo poeta Cláudio Willer e por Carlos Figueiredo. O responsável pela direção de arte é o artista plástico Antônio Peticov.</p>
<p>Segundo a direção do metrô e a organização do projeto uma das principais intenções da iniciativa é provocar nos usuários o interesse pela leitura. A intenção é expandir a ideia a todas as estações do metrô paulistano em 2010.</p>
<p>Sabemos que mesmo quando não compreendemos um poema em toda sua extensão e intenção ele pode nos tocar de modo particular e modificar nossa relação com nosso corpo e com o outro.  Que essa seja a primeira de muitas atitudes que possam incentivar a leitura, em especial a leitura lírica.</p>
<p>Muitos não sabem, mas em São Paulo há locais nos quais podemos ter acesso à poesia todos os dias da semana. Saraus, leituras, leituras dramatizadas, acesso a livros, etc, com texto de poetas consagrados, contemporâneos e anônimos, não há restrição. Prometo divulgar uma breve lista assim que possível.</p>
<br />Publicado emCultura, Literatura Tagged: Alphonsus de Guimarães, Antônio Peticov, Camões, Carlos Drummond de Andrade, Carlos Figueiredo, Castro Alves, Cláudio Willer, Fernando Pessoa, Gonçalves Dias, lírica, linha verde, metrô, Olavo Bilac, poesia <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/275/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=275&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Jornada Literária &#8211; Os Sertões</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 11:24:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A PUC-SP planeja para o próximo final de semana a VIII Jornada de literatura &#8220;Os Sertões de Euclides da Cunha&#8221;. Entre os convidados e palestrantes estão o prof. Dr. Erson Martins de Oliveira, o prof. Dr. Francinco Foot Hardman e a profa. Dra. Edilene Matos. A jornada tem organização e mediações das professoras doutoras Maria Rosa [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=270&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-271" title="sertoes01" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2009/11/sertoes01.jpg?w=279&#038;h=329" alt="sertoes01" width="279" height="329" />A PUC-SP planeja para o próximo final de semana a VIII Jornada de literatura &#8220;Os Sertões de Euclides da Cunha&#8221;.</p>
<p>Entre os convidados e palestrantes estão o prof. Dr. Erson Martins de Oliveira, o prof. Dr. Francinco Foot Hardman e a profa. Dra. Edilene Matos. A jornada tem organização e mediações das professoras doutoras Maria Rosa Duarte de Oliveira, Vera Bastazin e Maria Aparecida Junqueira.</p>
<p>Maiores informações e programa da Jornada em <a href="http://cogeae.pucsp.br/curso.php?cod=253609&amp;uni=SP&amp;tip=RE&amp;le=O&amp;ID=6">http://cogeae.pucsp.br/curso.php?cod=253609&amp;uni=SP&amp;tip=RE&amp;le=O&amp;ID=6</a> .</p>
<p>A Jornada é uma atividade de complementação dos estudos literários do curso de Especialização em Literatura e do Programa de Pós-Graduação em Literatura e Crítica Literária da PUC-SP de que faço parte. Esse estudo faz parte das comemorações do centenário da morte de Euclides da Cunha (1866-1909). A jornada será composta por conferências e mesas redondas de especialistas convidados, que possam mostrar a repercussão dessa obra em nossa literatura e cultura. Haverá espaço para debates e conversa com os especialistas após cada palestra.</p>
<p>Se gosta de literatura e acha a obra de Euclides da Cunha difícil, mas muito interessante ou instigante, venha à Jornada; a naturalidade, profundidade e amor com que o prof. Erson fala da obra nos deixa cada vez com mais vontade de penetrar na leitura d&#8217;Os Sertões. Uma leitura que modifica seu modo de ver a literatura, o Brasil e o fazer literário.</p>
<p>A riqueza vocabular d&#8217;Os Sertões nos prende como cipós em uma entrada de mata, só um facão pode nos ajudar. Embora a leitura e a escritura seja direta, o leitor se vê preso à obra, ao mar desconhecido de palavras de seu texto. Indico a edição comemorativa editada pela Ateliê Editorial, material totalmente organizado (prefácio, notas, edição, cronologia e índices) por Leopoldo M. Bernucci com prefácio imperdível e que orienta a leitura, excelente acabamento e com mais de 3000 notas de rodapé (muito bem tratadas e de extrema importância na leitura).</p>
<br />Publicado emCultura, Literatura Tagged: Cogeae, Edilene Matos, Erson Martins de Oliveira, Euclides da Cunha, Francisco Foot Hardman, Jornada da Literatura, Maria Aparecida Junqueira, Maria Rosa Duarte de Oliveira, Os Sertões, PUC, Vera Bastazin <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/270/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/270/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/270/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/270/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/270/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/270/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/270/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=270&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Esquenta da 33ª mostra internacional de cinema de São Paulo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 02:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cinesesc já iniciou os preparativos para a trigésima terceira edição da mostra internacional de cinema de São Paulo, que terá estréias imperdíveis e alguns filmes dos quais já ouvi falar e prometo postar depois, mas antes disso devo lembrar a programação pré-mostra com o esquenta para a mostra. Nessa segunda-feira fui, pela terceira vez, ao cinema para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=263&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-264" title="chansons_amour" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2009/10/chansons_amour.jpg?w=225&#038;h=317" alt="chansons_amour" width="225" height="317" />O cinesesc já iniciou os preparativos para a trigésima terceira edição da mostra internacional de cinema de São Paulo, que terá estréias imperdíveis e alguns filmes dos quais já ouvi falar e prometo postar depois, mas antes disso devo lembrar a programação pré-mostra com o esquenta para a mostra.</p>
<p>Nessa segunda-feira fui, pela terceira vez, ao cinema para ver Canções de Amor, musical francês maravilhosamente dirigido por Christophe Honoré de <em>Em Paris</em> e <em>La Belle June</em>, todos com Louis Garrel e canções de Alex Beaupain, esse último tem participação especial no longa em momento marcante e de extrema emoção.</p>
<p>Bom serei breve, caso contrário ficaria horas escrevendo sobre <em>Canções de Amor</em> que adorei e é um dos poucos filmes que me levaram mais de uma vez ao cinema nos últimos anos&#8230;</p>
<p>Os imperdíveis desse esquenta, em minha modesta opinião são: <em>Canções de Amor</em>, <em>Short Bus</em>, <em>Teorema</em> e <em>Você, os Vivos</em>. A programação vai até dia 20 de outubro e aproveite, pois muitos deles estiveram por muito pouco tempo em cartaz &#8211; ou nem isso - e não há disponibilidade em DVD da maioria. Eis a triste sina dos que gostam do bom cinema (&#8230;)</p>
<p>Dizer que os preços são camaradas é desnecessário, pois acredito que todos já sabem disso, mas na segunda paguei R$ 2,00 pela seção. Ridículo!</p>
<p>Consulte a programação completa em <a href="http://ofinodamostra.com/2009/10/12/mostra-esquenta-no-cinesesc/">http://ofinodamostra.com/2009/10/12/mostra-esquenta-no-cinesesc/</a> e divirta-se.</p>
<p>Ah, a trilha sonora é belíssima e só há disponível importada na Amazon inglesa (<a href="http://www.amazon.co.uk/">http://www.amazon.co.uk/)</a> ou por encomenda na Livraria Cultura (<a href="http://www.livrariacultura.com.br">http://www.livrariacultura.com.br</a>), mas tem ótima relação custo-benefício, pois além das músicas o encarte é muito bem trabalhado.</p>
<br />Publicado emCinema, Cultura Tagged: Alex Beaupain, Amazon, Canções de Amor, Christophe Honoré, Cinema francês, Cinesesc, Em PAris, La Belle June, livraria cultura, Louis Garrel, Mostra internacional de cinema de São Paulo, Short Bus, Teorema, Você os Vivos <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/263/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=263&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Poética indígena</title>
		<link>http://sgambatti.wordpress.com/2009/09/20/poetica-indigena/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 18:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[    Ao ler o poema de Manoel de Barros Kosmofonia MBYA Guarany tive certeza que deveria me encontrar com meus inícios. Nesta semana, na revista Fronteiraz da PUC-SP, publiquei um ensaio sobre esse primeiro contato.         Leia-o em: http://www.pucsp.br/revistafronteiraz/estudos.html Abaixo o poema:   Kosmofonia MBYA Guarany   Ouvi os cantos, a voz, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=255&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-257" title="20092009903" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2009/09/20092009903.jpg?w=225&#038;h=300" alt="20092009903" width="225" height="300" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Ao ler o poema de Manoel de Barros <em>Kosmofonia MBYA Guarany</em> tive certeza que deveria me encontrar com meus inícios.</p>
<p>Nesta semana, na revista Fronteiraz da PUC-SP, publiquei um ensaio sobre esse primeiro contato.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Leia-o em: <a href="http://www.pucsp.br/revistafronteiraz/estudos.html" target="_blank">http://www.pucsp.br/revistafronteiraz/estudos.html</a></p>
<p>Abaixo o poema:</p>
<p> </p>
<p><strong>Kosmofonia MBYA Guarany</strong></p>
<p> </p>
<p>Ouvi os cantos, a voz, os murmúrios</p>
<p>dos MBYA Guaranis. Eles me transportaram</p>
<p>para a fonte das palavras. Me levaram</p>
<p>para os ancestrais, para os fósseis</p>
<p>linguisticos, lá onde se misturaram</p>
<p>as primeiras formas, as primeiras</p>
<p>vozes: A voz das águas, do sol, das</p>
<p>crianças, dos pássaros, das árvores</p>
<p>das rãs&#8230; Passei quase duas horas</p>
<p>deitado nos meus inícios, nos</p>
<p>inícios dos cantos do homem.</p>
<p> </p>
<p align="right">Manoel de Barros</p>
<br />Publicado emCultura, Literatura Tagged: kosmofonia, linguagem poética, Manoel de Barros, Mbya Guarani, poética indígena, poesia <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/255/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=255&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>III Jornada Brasileira de Cinema Silencioso</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 12:20:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-246" title="lumiere" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2009/08/lumiere.jpg?w=279&#038;h=179" alt="lumiere" width="279" height="179" />Nos idos de 1895 no <em>Boulevard des Capucines</em>, no centro de Paris, havia uma enorme fila que se estendia por centenas de metros, todos os que por lá passaram não puderam deixar de notá-la. Essas pessoas deviam imaginar o porquê de homens, mulheres e crianças estarem ali, protegidas do rigoroso inverno por pesados casacos a espera de sua vez de entrar em uma pequena sala do subsolo do Grand Café, faustosamente batizado de Salão Indiano.</p>
<p>Uma vez que os 100 lugares do salão estivessem tomados os expectadores, em frente a um pano branco estendido em uma das paredes do salão, assistiam a um fantástico espetáculo de luzes e movimento jamais imaginados naquela época. As imagens se movimentando em um pano branco e a verossimilhança com a realidade exibidas na grande tela eram realmente impressionantes.</p>
<p>A sessão durava cerca de 20 minutos e custava 1 franco por pessoa. Os que puderam participar desses primeiros momentos do “cinema” não devem ter se arrependido do tempo e dinheiro investidos.</p>
<p>Os responsáveis por isso eram os irmãos Auguste e Louis Lumière. Segundo Louis essa havia sido a mais fácil invenção de sua vida; nesse momento ele não deveria imaginar que seu cinema se transformaria em arte e em um negócio milionário que movimenta milhões em todo o mundo.</p>
<p>Em homenagem aos dois primeiros filhos do humilde casal Antoine, pintor de letreiros, e Jeanne-Joséphine, lavadeira, realizar-se-á de 7 a 16 de agosto de 2009, na Cinemateca Brasileira, a terceira edição da Jornada Brasileira de Cinema Silencioso.</p>
<p>Como nas edições anteriores, além das sessões dedicadas ao cinema brasileiro que contará com a exibição do filme, inédito no Brasil, The River of Doubt (O rio da dúvida), documentário da expedição à Amazônia realizada em 1914 pelo ex-presidente americano Theodore Roosevelt, em companhia do coronel Cândido Rondon, a Jornada privilegia a cinematografia nacional do período silencioso destacando os trabalhos dos arquivos de filmes de um determinado país e, nessa edição, aliando-se às manifestações relativas ao Ano da França no Brasil, apresentará o cinema silencioso francês.</p>
<p>Dentre os destaques da mostra, como era de se esperar, está uma coleção dos primeiros trabalhos dos irmãos Lumière. Em sessão imperdível no sábado às 19 horas será apresentada uma coletânea de curtas que terá o acompanhamento do instrumentalista brasileiro Léo Cavalcanti, que muitas vezes rouba a cena nas apresentações e acompanhamentos de que participa. Também interessantíssimas devem ser as sessões que contarão com o acompanhamento do pianista catalão Jordi Sabatés.</p>
<p>Além da exibição de curtas e longametragens a programação na Cinemateca e na Sala São Paulo ainda contará com conferencistas como Caroline Patte e Isabelle Marinone.</p>
<p>Se gosta de cinema e quer experimentar um pouco do que foi a invenção do cinema na França consulte a programação do evento em <a href="http://www.cinemateca.gov.br/jornada/prog_all.php">http://www.cinemateca.gov.br/jornada/prog_all.php</a> e programe-se para perder apenas o que não conseguir “encaixar” em seus dias e horários. Por programas como esse vale a pena reprogramar esses dias de reclusão e cuidados com a saúde.</p>
<br />Publicado emCinema, Cultura, Música Tagged: Antoine, Auguste Lumière, Boulevard des Capucines, Caroline Patte, Cândido Rondon, Cinemateca Brasileira, Grand Café, III Jornada Brasileira de Cinema Silencioso, irmãos Lumière, Isabelle Marinone, Jeanne-Joséphine Lumière, Jordi Sabatés, Léo Cavalcanti, Louis Lumière, Lumière, O rio da dúvida, Paris, Sala São Paulo, Salão Indiano, The River of Doubt, Theodore Roosevelt <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/247/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/247/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/247/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/247/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/247/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/247/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/247/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=247&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Euclides da Cunha de Os Sertões</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 15:30:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acho muito estranho uma frase que contenha algo como &#8220;&#8230; em agosto celebra-se o centenário morte de &#8230;&#8221; Não sei quanto a vocês, mas celebrar o &#8220;aniversário&#8221; de uma morte é na melhor das hipóteses mórbido. Nesses últimos dias muito se escreveu sobre o centenário da morte de Euclides da Cunha (1866-1909) e invariavelmente nos textos aparecia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=238&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-240" title="sertões" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2009/07/sertoes1.jpg?w=180&#038;h=267" alt="sertões" width="180" height="267" />Acho muito estranho uma frase que contenha algo como &#8220;&#8230; em agosto celebra-se o centenário morte de &#8230;&#8221;</p>
<p>Não sei quanto a vocês, mas celebrar o &#8220;aniversário&#8221; de uma morte é na melhor das hipóteses mórbido. Nesses últimos dias muito se escreveu sobre o centenário da morte de Euclides da Cunha (1866-1909) e invariavelmente nos textos aparecia um dos termos: celebra-se, comemora-se, festeja-se ou outro de mesmo teor e significado.</p>
<p>Poucos sabem as circunstâncias de sua trágica morte, mas Euclides da Cunha morreu em 1909 durante duelo com o amante de sua esposa; sua grande obra &#8220;<em>Os Sertões &#8211; Campanha de Canudos</em>&#8220;, em edição comemorativa e comentada da sempre cuidadosa Ateliê Editorial, tem vocabulário incomum, temas áridos e científicos que muitas vezes requerem bibliografia ou conhecimentos paralelos à obra. O rico prefácio, as mais de três mil notas e a cuidadosa reportagem iconográfica torna essa edição um trabalho competente, rigoroso, minuncioso e correto como poucos.</p>
<p>A cada leitura de <em>Os Sertões</em> novas descobertas são feitas, nada pode ser percebido em uma única análise e leitura. Li <em>Os Sertões</em> em minha jovem juventude, reli alguns trechos em momentos diferentes e agora, mais maduro, mas ainda jovem, planejo sua releitura. Sei que novas experiências e sensações me esperam.</p>
<p>Acredito que tenha sido Italo Calvino o autor de uma frase cujo teor se assemelha a: <em>&#8220;&#8230; ao ler um clássico, de alguma forma, experimentamos uma releitura e não uma primeira leitura &#8230;&#8221;</em>, àqueles que ainda não tiveram o prazer de experimentar Euclides da Cunha como cientista, artista e poeta, por favor, o façam, pois são poucos os que como ele conseguem unir um sábio sensível e versátil que nos informa com precisão científica o ambiente que será desfrutado por seus personagens a um artista que nos convence e encanta com palavras que se transformam em cores, formas, movimentos, sentimentos, sensações, sons, &#8230;</p>
<p> </p>
<p>Por fim, aos que buscam mais desse autor hoje tem início um mini-curso/palestra do editor-executivo e colunista do jornal <em>O Estado de São Paulo</em> Daniel Piva em três encontros na <em>Casa do Saber</em> (informações e inscrições através do telefone (11) 3707-8900).</p>
<br />Publicado emLiteratura Tagged: Ateliê Editorial, Campanha de Canudos, Casa do Saber, clássicos, Daniel Piva, Euclides da Cunha, Italo Calvino, literatura brasileira, O Estado de São Paulo, Os Sertões <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/238/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=238&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Filme: A festa da menina morta</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 17:16:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após ter feito parte da seleção oficial de Cannes de 2008 e de ter sua primeira exibição no dia de abertura desse Festival, finalmente terá pré-estréia no próximo final de semana e estréia na segunda semana de junho o primeiro longa do paulista Matheus Nachtergaele: A festa da menina morta Esse pulsante, delicioso e angustiante filme [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=230&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-232" title="004. A festa da menina morta - cartaz" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2009/05/004-a-festa-da-menina-morta-cartaz1.jpg?w=200&#038;h=295" alt="004. A festa da menina morta - cartaz" width="200" height="295" />Após ter feito parte da seleção oficial de Cannes de 2008 e de ter sua primeira exibição no dia de abertura desse Festival, finalmente terá pré-estréia no próximo final de semana e estréia na segunda semana de junho o primeiro longa do paulista Matheus Nachtergaele: <em>A festa da menina morta</em></p>
<p>Esse pulsante, delicioso e angustiante filme retrata um Brasil pouco conhecido pelo seu próprio povo, pelo menos pela maioria dos habitantes de seus grandes centros urbanos.</p>
<p> </p>
<p>O filme conta a história de uma espécie de santo visceralmente interpretado por Daniel de Oliveira em atuação, como de costume, brilhante. Para alguns, inclusive para mim, Daniel de Oliveira já é o melhor ator brasileiro de sua geração. A intimidade com que ele incorpora as características de sua personagem faz com que a amemos e a odiemos em um mesmo momento do filme, isso faz a história tão real quanto seria se fizéssemos parte dela.</p>
<p>A escolha do elenco, mesclando os atores profissionais e os atores de teatro de Manaus com os selecionados na comunidade local, tem na participação pessoal e presencial de seu diretor seu grande diferencial. Matheus Nachtergaele fazia com que todo o elenco participasse de uma dança local para facilitar a integração e a concentração antes de iniciar cada dia de trabalho.</p>
<p> </p>
<p><em>A festa da menina morta</em> resgata uma época em que o cinema nacional retratava o nordeste brasileiro com a visão do poeta e artista local como em <em>Deus e o diabo na terra do sol </em>de Glauber Rocha ou em <em>Vidas Secas</em> de Nelson Pereira dos Santos, já estava farto de ver os poucos filmes brasileiros que retratavam a região Norte serem feitos ou terem a visão do cineasta “estrangeiro” sobre a região, pois, embora muitos não aceitem somos estrangeiros em nosso próprio país.</p>
<p> </p>
<p>Estrangeiro era Matheus Nachtergaele quando presenciou, no interior da Paraíba, um ritual pagão em que fiéis tinham verdadeira devoção pelas roupas de uma menina morta; inspirado nessa história desenvolveu o enredo. Nele uma comunidade ribeirinha, localizada às margens do Rio Negro no Amazonas, se dedica a adorar as roupas de uma menina tida como morta e que fala pela boca de <em>Santinho</em> (Daniel de Oliveira), uma espécie de líder espiritual que faz milagres e abençoa uma infinidade de pessoas todos os dias.</p>
<p> </p>
<p>Em muitos momentos o filme é deliciosamente angustiante, vale lembrar aos que o forem ver, e acho que todos devem, pois é imperdível, que a primeira cena nos introduz àquela que mais nos atormentará durante todo o longa, mas nosso coração e cabeça puritanos nunca deixariam que isso se tornasse real antes de vermos a cena realizada na tela.</p>
<p>Não existe pudor nem cuidados desnecessários nessa fábula de uma população que almeja não mais que o bem viver.</p>
<p> </p>
<p>Atores maravilhosamente dirigidos e em atuações impecáveis como as de Daniel de Oliveira, Jackson Antunes e Cássia Kiss e o som muito bem trabalhado em que muitas vezes o que se ouve é o som da cidade e não uma música que tem por intenção gerar este ou aquele sentimento dão o tom dessa fantástica história em que a personagem principal se transforma em sua agonia construindo e reconstruindo sua personalidade descobrindo-se humana, mortal e cheia de dor até que para ela não importa mais se suas crenças são ou não verdadeiras ou se seus dramas particulares são ou não importantes. Ela é o que seu povo quis que ela fosse.</p>
<p>Enfim <em>Santinho</em> torna-se “santo” e descobre que viver é sentir dor e que como líder religioso isso pouco importa se ele puder trazer conforto para os que nele crêem.</p>
<p> </p>
<p>O mais obrigatório e poético dos recentes filmes nacionais. Matheus Nachtergaele novamente se revela um ser humano impar, assim como as personagens principais de seu primeiro longa.</p>
<p>Assista ao trailer em <a href="http://www.youtube.com/watch?v=74hgxdX-jhw">http://www.youtube.com/watch?v=74hgxdX-jhw</a></p>
<br />Publicado emCinema Tagged: A festa da menina morta, Amazonas, Cássia Liss, cinema brasileiro, comuninade ribeirinha, Daniel de Oliveira, Deus e o diabo na terra do sol, fábula, Festival de Cannes, Glauber Rocha, Jackson Antunes, líder religioso, Matheus Nachtergaele, Nelson Pereira dos Santos, Paraíba, Rio Negro, Santinho, santo, teatro de Manaus, Vidas Secas <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/230/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=230&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">004. A festa da menina morta - cartaz</media:title>
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		<title>Literatura indígena</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 05:55:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-225" title="006-kosmofonia" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2009/04/006-kosmofonia.jpg?w=210&#038;h=318" alt="006-kosmofonia" width="210" height="318" />No início dessa semana comemorou-se o dia do índio e com isso os principais meios de comunicação e de divulgação de cultura, se é que cultura se divulga, tiveram em suas pautas assuntos relacionados à cultura e ao modo de vida indígena. Destes um dos que mais me chamou atenção, não por ser a mais interessante, melhor ou mais apropriada matéria a respeito, mas por conter a mais &#8220;<em>perigosa</em>&#8221; definição, foi o título e a matéria de capa da revista da cultura distribuída gratuitamente nas lojas da Livraria Cultura.</p>
<p>A chamada de capa da principal matéria interna da revista dizia: <em>Literatura indígena: a redescoberta de um Brasil ancestral</em>. Ao ver e capa da revista me empolguei e pensei encontrar em sua matéria interna algo sobre a literatura indígena, mas o que encontrei foi uma matéria sobre escritores brasileiros como <em>José de Alencar</em>, <em>Gonçalves Dias</em>, Mário <em>de Andrade</em> e de outros antropólogos ou pesquisadores que escreveram sobre os índios, mas que não são índios!!!</p>
<p>É verdade que a matéria trás um comentário breve e superficial sobre a literatura realmente indígena, aquela escrita pelos índios, nele se fala sobre inclusão, quebra de barreiras, de preconceito, mas não da literatura indígena propriamente dita.</p>
<p>Tentando ser mais claro, somente o escritor indígena <em>Daniel Munduruku</em> é citado na matéria, então mas me pergunto: onde estão <em>Olívio Jekupé</em>, <em>Kaka Werá Jecupé</em> do magnífico <em>Tupã Tenondé: a criação do Universo, da Terra e do Homem segundo a tradição oral Guarani</em> ou <em>Eliane Potiguara</em> que foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz em 2005 e outros tantos índios que escrevem  e divulgam sua cultura de modo muito mais justo que outros brasileiros?</p>
<p>Para ser sincero cansei de ver &#8220;idolatrar-se&#8221; escritores como um que escreve sobre os índios Kaingang, tem na capa de seu livro um índio do Xingu e no texto palavras indígenas, aprendidas com os Kaingang, escritas em Guarani. Isso definitivamente não é literatura indígena ou indigenista!</p>
<p> </p>
<p>No domingo estive no primeiro <em>Sarau de poéticas indígenas</em> realizado na <em>Casa das Rosas</em> em São Paulo onde conheci alguns índios. Escritores, professores, ativistas, poetas, e outros que desempenham papel importante na sociedade indígena e na integração ou harmonização do contato de sua cultura com a nossa.</p>
<p>Lá um dos índios durante uma conversa informal puxou a mulher do canto para a conversa e me fez presenciar o seguinte:</p>
<p>&#8220;<em>Essa é minha mulher &#8211; me disse Olívio Jekupé.</em></p>
<p><em>E lhe perguntou:</em></p>
<p><em>- Você sabe ler?</em></p>
<p><em>E ela respondeu:</em></p>
<p><em>- Não.</em></p>
<p><em>E continuou:</em></p>
<p><em>- Você sabe escrever?</em></p>
<p><em>E ela:</em></p>
<p><em>- Não.</em></p>
<p><em>Então ele voltou-se para mim e perguntou:</em></p>
<p><em>- Mas se você vier à nossa aldeia, ela te contar uma história, uma lenda ou algo de nossa cultura e você como um antropólogo registrar essa história tal e qual ela te contou em um livro, quem é o escritor, você ou ela?</em></p>
<p><em>Eu fiz cara de: pois é&#8230;</em></p>
<p><em>E ele concluiu:</em></p>
<p><em>- Não é porque ela não sabe escrever em português ou guarani que ela não pode ser uma escritora. Tem alguns índios em nossa aldeia que só falam e escrevem guarani, não é porque sou eu, o cacique ou outro índio que escrevemos o texto deles em português que somos os autores da história deles, não é mesmo?</em>&#8220;</p>
<p> </p>
<p>Não comentei essa conversa no momento em que aconteceu e não vou comentá-la agora, mas não poderia deixar de divulgá-la, mesmo que para um grupo restrito de pessoas.</p>
<p> </p>
<p>Se puder leia o livro <em>Kosmofonia Mbya Guarani</em> de <em>Guillermo Sequera</em> organizado por <em>Douglas Diegues</em> e você entenderá mais sobre a linguagem dos Mbya Guarani. Lá em textos bilíngues você terá a oportunidade quase única de entender o significado da frase de Guillermo Sequera: &#8220;<em>os Mbya Guarani ainda não conhecem a linguagem poética porque eles nunca conheceram outra linguagem que não fosse a linguagem poética</em>.&#8221;</p>
<p>Leia e ouça alguns cantos e rituais indígenas e delicie-se com o resgate de sua/nossa história.</p>
<br />Publicado emCultura, Literatura Tagged: antropólogo, antropologia, Daniel Munduruku, dia do índio, Douglas Diegues, Eliane Potiguara, Gonçalves Dias, Guarani, Guillermo Sequera, José de Alencar, Kaingang, Kaka Werá Jecupé, linguagem poética, literatura indígena, literatura indigenista, livraria cultura, mario de Andrade, Mbya Guarani, Olívio Jekupé, poética indígena, Prêmio Nobel da Paz, revista da cultura, Sarau de poéticas indígenas, Tupã Tenondé, Xingu <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/224/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/224/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/224/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/224/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/224/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/224/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/224/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/224/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/224/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/224/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/224/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/224/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/224/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/224/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=224&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A poesia de João da Cunha Vargas</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 05:02:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_219" class="wp-caption alignleft" style="width: 287px"><img class="size-full wp-image-219  " title="vitor-15" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2009/04/vitor-15.jpg?w=277&#038;h=186" alt="vitor-15" width="277" height="186" /><p class="wp-caption-text">foto de apresentação do Vitor Ramil no SESC-SP em 2008</p></div>
<p>Na época de minha jovem juventude esperava com muita expectativa pelo ano 2000, sabia que com ele bem mais que meus 28 anos chegariam. Nesse ano ouvi falar pela primeira vez de um gaúcho chamado Vitor Ramil, ele viria a São Paulo para apresentar seu mais recente CD gravado em duas versões (português e espanhol) que contava com algumas de suas <em>milongas</em>; segundo a chamada de sua apresentação ele cantaria algumas das poesias de <em>João da Cunha Vargas</em> e de <em>Jorge Luis Borges</em>.</p>
<p>Admirador de Borges e sem a menor idéia de quem seria João da Cunha Vargas ou Vitor Ramil me aventurei a vê-lo.</p>
<p>Depois de ouvir, conhecer e falar com Vitor Ramil entendi melhor o que José Saramago havia dito uma vez em um programa de televisão: &#8220;<em>não perca tempo, mas não tenha pressa</em>&#8220;.  Ouvir a música que ele encontrou em um dos poemas de <em>Jorge Luis Borges</em>, noutros de <em>Fernando Pessoa</em>, de <em>Maiakóvski</em>, de <em>Rimbaud</em> e principalmente do gaúcho <em>João da Cunha Vargas</em> foi uma das experiências mais impressionantes e inesquecíveis daquela noite.</p>
<p>Outra foi &#8220;<em>conhecer</em>&#8221; João da Cunha Vargas (1900 &#8211; 1980), um homem campeiro, poeta que jamais escreveu seus versos, guardando-os sempre &#8220;<em>apenas</em>&#8221; na memória e segundo dizem, homem a primeira vista simples, mas de uma sonoridade na voz que poucos possuiam. Vitor Ramil registrou em papel e já musicou quase toda sua obra, ao escrevê-la e depois musicá-la fez dela uma leitura como apenas outro rio-grandense conseguiria fazer.</p>
<p>Um dos poemas de João da Cunha Vargas de que mais gosto é <em>Deixando o Pago</em> que pode ser lido em <a href="http://letras.terra.com.br/vitor-ramil/200615/">http://www.paginadogaucho.com.br/poes/jcv-dp.htm</a> e ouvido em <a href="http://www.mp3tube.net/br/musics/Vitor-Ramil-Deixando-o-Pago/67886/">http://www.mp3tube.net/br/musics/Vitor-Ramil-Deixando-o-Pago/67886/</a> sugiro que primeiro leia o texto e depois ouça-o na voz de Vitor Ramil, vencedor do <em>Prêmio Tim</em> de música brasileira na categoria voto popular. Além de imperdível esse contato fará com que você conheça parte de um Brasil que, infelizmente, poucos conhecem.</p>
<p>Outros dois poemas merecem referência, não apenas por suas singularidades, mas para mostrar a variedade da arte de Vitor Ramil. O primeiro deles é <em>Noite de São João</em> de <em>Fernando Pessoa</em> (leia em <a href="http://www.pessoa.art.br/?p=244">http://www.pessoa.art.br/?p=244</a> e ouça em <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ZL5TVzkWPts">http://www.youtube.com/watch?v=ZL5TVzkWPts</a>), o outro, do folclore Uruguaio, é o deliciosamente sonoro <em>Milonga</em> (leia em <a href="http://letras.terra.com.br/vitor-ramil/200619/">http://letras.terra.com.br/vitor-ramil/200619/</a>).</p>
<p>Desculpem-me pelo excesso de referências e links, mas quando falo desse assunto talvez me empolgue mais do que deveria. Noutro tópico falarei das coisas que Jorge Drexler e Vitor Ramil têm feito juntos, nesse queria escrever sobre o quão próximos estão poesia e música e deixar clara minha leiga opinião de que uma sempre serviu e servirá a outra.</p>
<p>Sem a música eu talvez nunca tivesse contato com a poesia de João da Cunha Vargas e sem a poesia de Jorge Luis Borges a música de Vitor Ramil estaria longe de me atrair em um primeiro instante.</p>
<p>Não sei dizer quem se sobressai nessa interrelação entre música e poesia, mas que somos os maiores beneficiados do resultado disso não tenho dúvida.</p>
<p>Ao relembrar essa história percebi que algumas coisas têm início em momento anterior ao que pensamos e que o melhor da juventude é o que vem com ela (e dela). Como disse Saramago continuo em frente, mas sem pressa.</p>
<br />Publicado emCultura, Literatura, Música Tagged: Deixando o Pago, Fernando Pessoa, folclore Uruguaio, gaúcho, João da Cunha Vargas, Jorge Drexler, Jorge Luis Borges, José Saramago, Maiakóvski, Música, milonga, Noite de São João, poema, poesia, Prêmio Tim, rio-grandense, Vitor Ramil <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/212/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/212/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/212/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/212/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/212/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/212/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/212/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/212/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/212/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/212/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/212/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/212/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/212/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/212/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=212&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Era uma vez&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 02:16:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 2007 e 2008 fiz alguns cursos sobre a arte de contar histórias no SESC e no Galpão das Meninas do Conto. Participei de todos os módulos de formação do contador de histórias das Meninas do Conto. No módulo final do curso, uma das meninas me perguntou qual era o tipo de história eu mais [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=206&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-207" title="003-era-uma-vez" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2009/03/003-era-uma-vez.jpg?w=234&#038;h=350" alt="003-era-uma-vez" width="234" height="350" />Em 2007 e 2008 fiz alguns cursos sobre a arte de contar histórias no <em>SESC</em> e no Galpão das <em>Meninas do Conto</em>. Participei de todos os módulos de formação do contador de histórias das <em>Meninas do Conto.</em> No módulo final do curso, uma das <em>meninas</em> me perguntou qual era o tipo de história eu mais gostava de contar e eu respondi: &#8220;<em><strong>Adoro histórias de era uma vez&#8230;</strong>, mesmo se a história, originalmente, não começa assim eu adapto seu início e começo desse jeito.&#8221;</em></p>
<p>Se você também adorava as histórias que seu avô ou sua tia lhe contava fique ligado, pois em breve terá a oportunidade de ser um multiplicador da tradição de transmissão oral de histórias e conhecimento.</p>
<p>Durante os cursos conheci duas pessoas magníficas em muitos sentidos: Kika Antunes e Simone Grande, as <em>Meninas do Conto</em>. Elas já receberam prêmios da <em>APCA</em>, da <em>FUNARTE</em> e da <em>FEMSA</em>; fazem espetáculos e apresentações de contação de histórias que agradam a pessoas de 3 a 80 anos. Já me diverti e aprendi muito com essas duas &#8220;meninas&#8221;.<br />
Em abril elas iniciam uma nova turma para a oficina: a <em>Arte de contar histórias</em>. Se você gosta de contar histórias, se faz teatro, se quer aprender a conviver ou a liderar grupos ou apenas se quer conhecer pessoas especiais faça o curso das <em>Meninas do Conto</em>, com ele você aprenderá muito mais do que contar histórias.</p>
<p>O curso tem como principal objetivo resgatar a arte do Contador de Histórias e assim formar multiplicadores potenciais desta linguagem, através de técnicas como: jogos dramáticos, conscientização corporal, pesquisa de jogos e brincadeiras tradicionais que fazem parte da nossa cultura.<br />
Definir a figura do Contador de Histórias, trabalhando: a presença, o olhar, a credibilidade, a voz e o corpo.</p>
<p>Acredito que nesse curso você terá a oportunidade de, a partir de uma história narrada, entender a importância de um estudo prévio das histórias assim como criar um momento de sensibilização com as crianças, ou adultos, antes da narração das histórias.</p>
<p>O curso começa dia 1º de abril e terá cinco encontros de 3 horas, sempre às quartas-feiras à noite. Maiores informações podem ser obtidas em <a href="http://www.meninasdoconto.com.br/index.htm">http://www.meninasdoconto.com.br/index.htm</a>, por e-mail: <a href="mailto:meninasdoconto@uol.com.br">meninasdoconto@uol.com.br</a> ou através dos telefones (11) 3672.8206 ou (11) 3868.4598.</p>
<p>Faça o curso e conhecerá a engraçadíssima Kika Antunes e a nada séria Simone Grande. Se não puder fazer o curso fique ligado no site das <em>Meninas do Conto</em> e vá a uma de suas apresentações; dentre as que mais gosto está &#8220;<em>Era</em> <em>uma vez e não eram duas nem três</em>&#8220;.</p>
<br />Publicado emCultura Tagged: A Arte de contar histórias, APCA, contador de histórias, Era uma vez e não eram duas nem três, Era uma vez..., FEMSA, FUNARTE, Kika Antunes, Meninas do conto, SESC, Simone Grande, tradição oral <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/206/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=206&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Filme: Rumba</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 03:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[alternativo]]></category>
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		<category><![CDATA[cinema mudo]]></category>
		<category><![CDATA[Cult]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-199" title="015-rumba-cartaz" src="http://sgambatti.files.wordpress.com/2009/03/015-rumba-cartaz.jpg?w=214&#038;h=322" alt="015-rumba-cartaz" width="214" height="322" />Rumba foi dirigido pelo belga Dominique Abel, pela canadense Fiona Gordon e pelo francês Bruno Romy, Os protagonistas Dom (Dominique Abel) e Fiona (Fiona Gordon) são casados na vida real e dividem o roteiro com Bruno Romy (que tem participação menor no longa), parece ser uma característica do trio preparar o roteiro, dirigir e estrelar seus filmes, pois foi assim em <em>O iceberg</em> e em seus dois filmes anteriores.</p>
<p>Rumba é uma comédia francesa nada convencional com influências claras do cinema mudo e algumas referências ainda mais &#8220;<em>cults</em>&#8220;.<br />
O filme é divertido, com humor negro bem dosado, música contagiante, descontraído e com cenas impagáveis, mas extremamente alternativo.<br />
Nada comercial e extremamente <em>sui generis</em>, Rumba tem como ponto positivo não ter cenas de sexo, palavrões ou comentários maliciosos, se não fosse parecer perjorativo diria que ele é um filme pudico.</p>
<p>A cumplicidade entre Dom e Fiona é o ponto alto do longa. Para gostar do filme precisamos entrar em seu clima e admitir que ele é &#8230; gestual, que haverá pouco diálogo e muita sugestão.</p>
<p>Não acho que os diretores ou seu estilo mereça a comparação com Jacques Tati que alguns têm feito. Para não parecer injusto antes de escrever sobre Rumba revi uma das obras primas de Jacques Tati: <em>Meu Tio</em> e pude (re)lembrar de modo seguro sua genialidade.<br />
Dominique e Fiona são bons e se continuarem seguindo seus instintos e não se renderem ao apelo comercial podem ficar melhores e pensar em deixar seus nomes gravados abaixo do de Tati, restará saber se conseguirão ou o quão abaixo estarão.</p>
<p>Algumas coisas, no filme, me deixam bastante esperançoso quanto à direção e atuação da dupla. Eles sabem fazer humor inteligente. Isso fica claro na sequencia em que a professora de inglês Fiona propõe quebra-línguas a seus alunos franceses, ou na cena em que suas sombras dançam, mas principalmente em como utilizam os planos de fundo em todo o longa, muitas vezes esses planos funcionam como personagens. A exploração desse recurso mostra que possuem muito talento e que ainda podem amadurecer bastante.</p>
<p>Outro momento muito engraçado é poder acompanhar a cena em que Dom e Fiona trocam de roupas dentro de um carro e se não fosse exasperante a cena do retorno de Fiona à escola seria hilária. Aproveite e ria a vontade, a sala de cinema não estará cheia, mas o saldo deverá ser positivo, nada sensacional, mas positivo.</p>
<p>Se for ver Rumba, não espere por uma comédia escrachada, pois não é isso que verá, mas poderá ser testemunha de um verdadeiro caso de amor e cumplicidade contado com ternura e graça. Muita graça.</p>
<p>Veja o trailer em: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=BjZJRNGDzsc">http://www.youtube.com/watch?v=BjZJRNGDzsc</a></p>
<br />Publicado emCinema Tagged: alternativo, Bruno Romy, cinema mudo, Cult, Dominique Abel, Fiona Gordon, Jacques Tati, Meu Tio, O iceberg, quebra-língua, Rumba <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sgambatti.wordpress.com/200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sgambatti.wordpress.com/200/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sgambatti.wordpress.com/200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sgambatti.wordpress.com/200/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sgambatti.wordpress.com/200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sgambatti.wordpress.com/200/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sgambatti.wordpress.com/200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sgambatti.wordpress.com/200/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sgambatti.wordpress.com/200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sgambatti.wordpress.com/200/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sgambatti.wordpress.com/200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sgambatti.wordpress.com/200/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sgambatti.wordpress.com/200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sgambatti.wordpress.com/200/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sgambatti.wordpress.com&amp;blog=6432671&amp;post=200&amp;subd=sgambatti&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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