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20092009903

 

 

Ao ler o poema de Manoel de Barros Kosmofonia MBYA Guarany tive certeza que deveria me encontrar com meus inícios.

Nesta semana, na revista Fronteiraz da PUC-SP, publiquei um ensaio sobre esse primeiro contato.

 

 

 

 

Leia-o em: http://www.pucsp.br/revistafronteiraz/estudos.html

Abaixo o poema:

 

Kosmofonia MBYA Guarany

 

Ouvi os cantos, a voz, os murmúrios

dos MBYA Guaranis. Eles me transportaram

para a fonte das palavras. Me levaram

para os ancestrais, para os fósseis

linguisticos, lá onde se misturaram

as primeiras formas, as primeiras

vozes: A voz das águas, do sol, das

crianças, dos pássaros, das árvores

das rãs… Passei quase duas horas

deitado nos meus inícios, nos

inícios dos cantos do homem.

 

Manoel de Barros

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2 pensamentos em “Poética indígena

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