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Há pouco mais de um mês os usuários do Metrô de São Paulo podem ler poemas de Camões, Gonçalves Dias, Castro Alves, Olavo Bilac, Alphonsus de Guimarães, Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade e outros. Principalmente nos horários de pico, ganhamos um motivo extra para não correr para garantir um lugar no vagão. Agora é possível, enquanto esperamos pelo próximo trem, deliciar-nos com alguns poemas.

A novidade “invade”, inicialmente, os trens e as estações da linha verde e os poemas, em língua portuguesa, foram selecionados pelo poeta Cláudio Willer e por Carlos Figueiredo. O responsável pela direção de arte é o artista plástico Antônio Peticov.

Segundo a direção do metrô e a organização do projeto uma das principais intenções da iniciativa é provocar nos usuários o interesse pela leitura. A intenção é expandir a ideia a todas as estações do metrô paulistano em 2010.

Sabemos que mesmo quando não compreendemos um poema em toda sua extensão e intenção ele pode nos tocar de modo particular e modificar nossa relação com nosso corpo e com o outro.  Que essa seja a primeira de muitas atitudes que possam incentivar a leitura, em especial a leitura lírica.

Muitos não sabem, mas em São Paulo há locais nos quais podemos ter acesso à poesia todos os dias da semana. Saraus, leituras, leituras dramatizadas, acesso a livros, etc, com texto de poetas consagrados, contemporâneos e anônimos, não há restrição. Prometo divulgar uma breve lista assim que possível.

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